22 de Nov de 2017
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Por: Igor
07 de Nov de 2017
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Trinta e uma pessoas já foram presas em Alagoas, Paraíba e Pernambuco desde o início da Operação Gabarito, que investiga a fraude de mais de 100 concursos em todo país. 

De acordo com o delegado da Polícia Civil da Paraíba, Lucas Sá, responsável pelas investigações, as novas fases da operação devem focar na identificação dos beneficiados pelo esquema e na prisão de membros da quadrilha que ainda estão soltos. 

A Operação completou seis meses nesta terça-feira, 7.  "As pessoas que foram beneficiadas pelo sistema são hoje, em grande parte, servidores públicos, então estamos enviando os resultados da investigação para as instituições nas quais elas estão trabalhando. Esperamos que elas respondam a processos administrativos e sejam, por fim, demitidas", disse à imprensa paraibana.


Segundo ele, um dos membros da quadrilha foi demitido do Banco do Brasil após a investigação e um candidato do concurso do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) da Paraíba foi desclassificado por envolvimento com o esquema.


Dentre os concursos fraudados, seis foram realizados em Alagoas. São eles: UFAL (2012 e 2016), IFAL (2012 e 2017), TRT de Alagoas (2013) e Prefeitura de Maceió (2017).


 As fraudes eram comandadas por dois irmãos alagoanos, identificados como Flávio Nascimento Borges, de 34 anos, e Vicente Fabrício Borges, de 32 anos. Porém, a participação de Alagoas no esquema pode ser muito maior. 

"Já identificamos mais integrantes da quadrilha em Alagoas e de beneficiados no esquema criminoso", disse à reportagem do EXTRA. Ainda segundo o delegado, novas prisões devem acontecer até o fim do ano. 

 

Jornal Extra de Alagoas e Agências


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